Olhou-me nos olhos e com todo o polir que lhe cabia, abriu a porta do café. Não o conhecia e naquele ponto me perguntava por onde andava aquela face. Nunca a tinha visto por essas ruas.
Estava sentada à mesa com Stella e David. Conversávamos sobre todos os momentos que outrora compartilhamos. Entre o mar que viu-nos nus e o albergue em Amsterdam, recebi um guardanapo.
“Quero você em todo lugar qu’eu for”
Você tem a pior grafia desse mundo.