“Posso lhe encontrar na terça”, falei, “quando o mundo inteiro se calar”
“Certo, onde você vai estar?”
“Eu te ligo”
Ambos sabíamos qu’eu não ligaria. Nick havia nos deixado há muito. Acordei uma manhã com a notícia de qu’ele havia ido para o sul escrever poesias, e só. De qualquer forma, sua voz estava abatida e marcar possíveis planos sempre o fazia sorrir.
“Quer chá?”