Stella está sentada em seu café favorito lendo contos de Poe. Observo-a de longe, sem a intenção de me aproximar; gostava de vê-la quieta, assim, como se nada existisse.
Um homem se aproxima, “Porque és tão quieta?” Ele pergunta. Ela vira outra pagina, olha-lhe nos olhos. “Sou triste.”
“Também sou.”