Pequena Sarah,
Há cinco dias venho até tua porta; sempre às duas da manhã, como nos era de costume, mas não tenho coragem de bater. Pensamentos sobre como não moras mais aqui me corroem e posso, até mesmo, vê-la embarcando em um avião. Cada dia dói-me mais aquela dor que só teu sorriso sabe curar.. Pergunto-me se a dor me desconfigurou tanto o rosto que não me reconheceria mais. Ou se só se esqueceu.
Sonhos e goles de um vinho barato,
Nick